Natália Bomfim, psicóloga especialista em psicologia hospitalar, psicologia perinatal e especialista em psicologia positiva, fala sobre a felicidade.
Acordar e ver que tem um longo dia pela frente, decidir como será este dia, a vida sempre requer escolhas e uma delas que está entre as prioridades é ser feliz. Partido desta análise, a jornalista Neide Lu buscou a psicóloga Natália para falar no programa de hoje, 13, sobre como alcançar o estado de felicidade.
Baseando-se na psicologia positiva, Natália diz “que um conceito importante da felicidade é justamente entender que a vida continua apesar da pandemia. Uma pergunta que todo mundo faz é se é possível ser feliz na pandemia? Sim, é possível porque senão estaríamos dois anos imersos em tristeza absoluta”, pontua.
Por trabalhar na saúde, Natália observa que os piores meses durante a pandemia foi no início, por ser novidade pra todo mundo, o susto, o impacto, foi bem chocante as mudanças, as adaptações, entender o que estava acontecendo requereu um esforço maior de todos e também quando ocorreu os picos da pandemia. Mas segundo ela, o importante diante do medo e buscar coragem para enfrentar”.
“Ao passar o tempo convivendo com a pandemia, as pessoas entenderam que precisam se melhorar e a vacina ajudou bastante. A questão da higiene, o hábito de lavar as mãos, o uso de álcool, a máscara, tudo isso tem o lado positivo, afirma Bomfim.
Questionada sobre a definição de felicidade, ela responde dizendo que “é uma coisa subjetiva, cada um tem a sua forma de ser feliz. Por conta disto a ciência se debruçou para entender o que gera felicidade, como a prática da gratidão, meditação, perdão. Se colocar em prática e fizer um hábito, ela deve ser construída todos os dias”.
“Tem um mito em que as pessoas pensam que ser feliz é aquele momento de euforia, de prazer, só que é muito mais que isto, requer autoconhecimento, entender aquilo que te faz bem”, detalha.
Quanto ao dinheiro se é sinônimo de felicidade, “a psicóloga diz que é um recurso, um meio, a ciência diz que um certo nível de dinheiro ajuda a proporcionar felicidade, porque supre as necessidades básicas, como segurança, alimentação, um lar, ele não vai garantir a felicidade”.
“Felicidade é prática, é hábito, é construção diária, é estilo de vida. Ser feliz é se perceber feliz”, define a psicóloga Natália.
A psicóloga alerta para a melhor forma de colocar em prática esta felicidade, para saber clique na entrevista.

Assista o vídeo da entrevista a partir dos 32′:
Por Neide Lu (MTBE 06466) / Portal Fala Você Notícias