No Fala Você de hoje, 25, o Dr. Alcir Rocha esclareceu sobre as especificidades relacionadas ao movimento de greve aprovado pelo Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (SINDPOC), apontando-as como principais determinantes da referida paralização.
Dr. Alcir explica que a atual greve dos policiais do Estado da Bahia é uma relutância referente a ausência de ações que possam vir a realizar reparos no funcionamento estabelecido no atual quadro da carreira profissional, marcado pela desvalorização e desqualificação dessa classe trabalhadora.
Além disso, Dr. Alcir sinalizou sobre a falta de previsão, referente à efetivação de um reajuste salarial. E destacou que o Estado utiliza justificativas que apresentam o acontecimento do reajuste como um fator negativo.
No que diz respeito a divisão da categoria policial, que se divide em diferentes tipos e funções, Dr. Alcir defende a ideia de que as polícias deveriam ser todas unificadas, não apenas em uma nomenclatura, mas principalmente, em termo de carreira e questão salarial.
“Eu penso que deveria ser nivelado, o mesmo salário que a polícia federal recebe, a civil deveria receber”.
De acordo com a Constituição de 1988, membros das Forças Armadas e da Polícia Militar não podem realizar greves e, ainda, esta proibição foi estabelecida às Polícias Federal e Civil em entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal), em 2017. Como a greve dos policiais vai contra a lei, Dr. Alcir explicou como é a dinâmica de funcionamento da greve atual utilizada por estes profissionais da segurança pública, que possibilita o não descumprimento total a condição imposta pela legislação.
Dr. Alcir também citou sobre a importância de a população apoiar o que está sendo reivindicado pelos policiais, pois se tratam de condições importantes e que contribuem com o melhor desempenho da execução do seu trabalho e, principalmente, para a promoção da dignidade, pois o que está sendo requerido se trata de condições essenciais que atendam às principais necessidades destes profissionais.
“Essas pessoas que prestam serviço público, quanto mais a gente atenda o mínimo de necessidades que eles pedem, o mínimo de reconhecimento, melhor eles desempenham o seu trabalho”. Sinaliza.
Para Dr. Alcir, há várias possibilidades de garantir o que está sendo reivindicado pelos policiais, assim sendo, pensando na implantação de um projeto à longo prazo, pois isso atenderia à solicitação emergente dos policiais, que não precisariam se utilizar das greves como a única saída para a resolução deste impasse, algo que é prejudicial para a sociedade como um todo.
“Eu penso que deveria ser nivelado, o mesmo salário que a polícia federal recebe, a civil deveria receber”.
De acordo com a Constituição de 1988, membros das Forças Armadas e da Polícia Militar não podem realizar greves e, ainda, esta proibição foi estabelecida às Polícias Federal e Civil em entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal), em 2017. Como a greve dos policiais vai contra a lei, Dr. Alcir explicou como é a dinâmica de funcionamento da greve atual utilizada por estes profissionais da segurança pública, que possibilita o não descumprimento total a condição imposta pela legislação.
Dr. Alcir também citou sobre a importância de a população apoiar o que está sendo reivindicado pelos policiais, pois se tratam de condições importantes e que contribuem com o melhor desempenho da execução do seu trabalho e, principalmente, para a promoção da dignidade, pois o que está sendo requerido se trata de condições essenciais que atendam às principais necessidades destes profissionais.
“Essas pessoas que prestam serviço público, quanto mais a gente atenda o mínimo de necessidades que eles pedem, o mínimo de reconhecimento, melhor eles desempenham o seu trabalho”. Sinaliza.
Para Dr. Alcir, há várias possibilidades de garantir o que está sendo reivindicado pelos policiais, assim sendo, pensando na implantação de um projeto à longo prazo, pois isso atenderia à solicitação emergente dos policiais, que não precisariam se utilizar das greves como a única saída para a resolução deste impasse, algo que é prejudicial para a sociedade como um todo.

Assista ao vídeo da entrevista e aprofunde nos detalhes referentes às causas e consequências da greve para a população.
Edição: Dani Rodrigues e Neide Lu (MTBE 6466), Portal Fala Você Notícias