Norma Lopes explica quais estímulos que as músicas provocam em nossas vidas

21 de junho de 2023

No Fala Você Notícias desta quarta-feira (21), recebemos Norma Lopes, terapeuta INL MO.V. Ela falou sobre quais os estímulos que as músicas provocam em nossas vidas.

De acordo com Norma, no primórdio da humanidade a música tinha outra utilidade diferente do que nós temos hoje. Ela explica que nós vivemos em um processo degenerativo da música, não somente da música, mas, também da cultura de modo geral. Norma esclarece que não há um conceito formado do que é a música, pois, cita que a música está até mesmo na ausência do som: “Existe um músico que ele tem uma música que ela é executada no silêncio. E o som é o do ambiente”, disse.

A terapeuta explica que a música, assim como tudo no planeta, tem uma vibração. Para ela, o que vivemos no momento é um gênero musical que trabalha com a vibração e que ela não é benéfica a um indivíduo, pois, não trás bem-estar como era no início. Ela relata que, quando foram compostas as primeiras músicas, o objetivo era de levar o bem-estar ao homem; de levar uma sensação de conexão do homem com a natureza, com o divino.

As primeiras manifestações musicais surgem dentro do sagrado, nas tribos indígenas, para saldar a natureza, para saldar o divino. Na igreja, havia celebrações sublimes que levava o ser humano em conexão com o que há de mais sagrado dentro dele, que é a própria essência divina, como explica a terapeuta.

Norma revela que, com o passar dos anos, a música perde essa questão do sagrado, do trazer uma emoção, e do seu lado educativo, sendo transformada, desta forma, em comércio. Ela cita que nós temos uma outra essência musical que não é benéfica ao homem, que não favorece a educação do indivíduo. Trata-se de um processo que vem ocorrendo lentamente: “Desde a minha infância, eu me lembro que mesmo na época da jovem guarda, a gente percebe que tem música que canta aquele amor platônico; aquele amor obsessivo, possessivo, e isso foi sendo introduzido lentamente, não é de hoje. A música hoje, ela canta a traição, ela canta a orgia. Esta legalização de tudo isso, isso foi acontecendo lentamente”, citou. Disse que, com isto, foi se formando um inconsciente coletivo.

A terapeuta disse que há musicas que fazem apologia ao uso das drogas lícitas e ilícitas. Na sua visão, tudo deve ter um equilíbrio, ou seja, o ser humano pode viver as experiências com equilíbrio, mas o que está ocorrendo atualmente é um desequilíbrio na humanidade.

Quando o ser humano leva para si uma música que não tem uma letra que eleva a alma para dentro da sua casa, ele cria um campo negativo dentro da sua casa, como esclarece Norma Lopes: “Porque se eu coloco aquela música com aquela batida forte que me agita, a música quer dizer que a gente tem que viver em um êxtase constante, em um eterno prazer; é isto que a música está trazendo. E isto é muito perigoso, porque isto não é verdade, isto não é real, isto é uma ilusão desenfreada, ridícula, criada pela humanidade”, comentou.

A terapeuta falou que as músicas têm uma combinação de notas que gera um vício, fazendo com que a pessoa fique conectada com a vibração gerada pela música. Na maioria das vezes, viciam jovens músicas agitadas; e quando são convidados a viver em uma vida normal, eles não conseguem.

Norma cita que há uma pesquisa do médico Dr. Masaru Emoto, a qual fala da vibração e das transformações que a música faz em nosso corpo, tendo ela um poder de cura ou de adoecimento do indivíduo. São produzidas notas musicais específicas que adoece o indivíduo que está constantemente em contato com ela. Nesta pesquisa, ele colhe água da cachoeira e perto da água coloca músicas de alta vibração e de baixa vibração. As músicas de alta vibração, dá a água lindas formas, como, por exemplo, de belas flores. Já as músicas de baixa vibração, cria formatos feios na água. Sendo nosso corpo formado de água, de acordo com a pesquisa mencionada por Norma Lopes, as músicas de baixa vibração têm o poder de destruir nossas células.

Em relação às letras das músicas ouvidas atualmente pelos jovens, Norma disse que, em sua maioria, são músicas com letras que denigrem a imagem do indivíduo. Ela comenta que se continuar assim, as pessoas irão entrar em estado de loucura. Ela esclarece que, se as pessoas buscam este tipo de música, é porque está faltando nela uma educação adequada escolar, familiar e social, para que ela não precise buscar este tipo de música.

Infelizmente, o que falta para que as músicas de baixa vibração não dominem a sociedade, é a seletividade, algo que, de acordo com Norma Lopes, o Brasil está perdendo apenas para a Etiópia, pois, está como um dos países onde o ser humano tem a menor capacidade de refletir as coisas; de analisar criticamente.

Dê um clique no vídeo ou no áudio e confira a entrevista completa.

 

Assista a entrevista no Youtube:

Edição: Dani Rodrigues (MTBE 6757) e Neide Lu (MTBE 6466), Portal Fala Você Notícias

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