Msc. Alcir Rocha, Advogado e professor da UniFG, fala sobre os excessos do carnaval 2018: violência, crimes, abusos contra à mulher, liberdade de expressão e o papel da imprensa, redes sociais.
Dr. Alcir comenta sobre a repercussão da publicação do ator global Bruno Gagliasso, sobre a ação enérgica da Polícia Militar contra folião com um cassetete. Bruno Gagliasso que filma violência de policiais e publica em sua rede social como ‘Vergonha’, que de cima do trio grita “Absurdo. Ele não fez nada, cara”.
Na pipoca de Igor Kannário, que rendeu a ação enérgica da Polícia Militar contra foliões e repercutiu nas redes sociais, Dr. Alcir, afirma que a polícia Militar da Bahia é uma das mais bem preparadas do mundo para lidar com um carnaval Sui generis.
“As redes sociais são parciais, as pessoas nem sempre noticiam a verdade, noticiam o que é de interesse”, considera Alcir.
Sobre a violência do Bloco as Muquiranas, o mais antigo de Salvador, contra às mulheres, Rocha diz que a pessoa tem que desvincular as pessoas que cometem a situação ilícitas da imagem do bloco, precisa apurar os fatos, porque o bloco gera emprego, renda, e responsabilizar os que cometem violência.
Trio “Respeita as Minas” marca combate à violência contra mulheres no Carnaval de Salvador, segundo Rocha, a campanha publicitária maciça, antes do carnaval pode ser mais eficiente, precisa fazer uma revisão de conceitos. O trabalho de respeito à mulher precisa ser construído dia após dia.
“A violência do Rio de Janeiro, acontece sempre, não só nos dias de Carnaval, mas é algo perene, precisamos de política publica”.
“A grande imprensa não tem sido imparcial, e por conta disso não mostra a realidade, foram surpreendidos com a Tuiuti e a Beija-flor. O grito de protesto as escolas sempre fizeram, como aborto, sexualidade, etc. Muita gente se sentiu criticado pelas figuras políticas apresentadas, como um presidente vampiro”, pontua Alcir.
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