País caiu 9 posições e ficou em 105º no estudo da Transparência Internacional com relação a 2017. Entre os 10 países melhores colocados, sete são nações europeias.
O Brasil piorou e caiu 9 posições no estudo elaborado pela Transparência Internacional que avalia a percepção da corrupção no setor público em 180 países. Neste ano, a pontuação brasileira caiu para 35 e o país passou a ocupar 105º lugar no ranking, o que representa o pior resultado desde 2012.
O Brasil vem caindo no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) desde 2014. Em 2017, o país estava na 96ª colocação. Em 2016, o Brasil ficou em 79º.
No ranking deste ano, o Brasil ficou empatado com Argélia, Armênia, Costa do Marfim, Egito, El Savador, Peru, Timor Leste e Zâmbia.
Somália, Síria, Sudão do Sul, Iêmen e Coreia do Norte estão entre os países mais corruptos.
A Dinamarca lidera o ranking com menor percepção de corrupção, com 88 pontos. Entre os 10 países melhores colocados, sete são nações europeias. O Canadá é o único representante das Américas no top 10.
Veja a lista dos países que tiveram melhor desempenho:
1 – Dinamarca 88 pontos
2 – Nova Zelândia 87 pontos
3 – Finlândia 85 pontos
4 – Singapura 85 pontos
5 – Suécia 85 pontos
6 – Suíça 84 pontos
7 – Noruega 84 pontos
8 – Holanda 82 pontos
9 – Canadá 81 pontos
10 – Luxemburgo 81 pontos
Nota
O IPC pontua e classifica os países com base no quão corrupto o setor público é percebido por especialistas e executivos de empresas. Ele analisa aspectos como propina, desvio de recursos públicos, burocracia excessiva, nepotismo e habilidade dos governos em conter a corrupção.
Os países recebem notas de 0 a 100 – sendo 0 igual a um alto grau de percepção da corrupção, e 100, um alto grau de percepção de integridade no setor público. G1