A Comissão de Defesa e dos Direitos da Mulher da OAB Guanambi em parceria com a ESA (Escola Superior da Advocacia da UFBA), realizaram um curso sobre Violência Familiar e Doméstica contra a Mulher, tendo início nesta quarta (23), às 18h30, no auditório da OAB, como reforço da política de conscientização e combate à violência contra a mulher no Agosto Lilás.
A abertura contou com a participação do Presidente da OAB Edvard Júnior, a presidente da Comissão de Defesa e dos Direitos da Mulher OAB, Aline Ladeia, a jornalista Neide Lu, membro fundadora do Movimento do Luto à Luta, a vereadora Míria Paes, Procuradora da Mulher, a Ten. PM Jacimara Ornelas, coordenadora da Ronda Maria da Penha e Carla Maria, Secretária Municipal de Assistência Social. As participantes da mesa expuseram os serviços que realizam no dia-a-dia, no combate à violência contra à mulher em Guanambi.

Daniela Portugal, Mirella Souza, Thais Bandeira, Aline Ladeia, Emília Donato, Neide Lu, Míria Paes, Jacimara Ornelas, Carla Maria, Andressa Cotrim.
Na quinta (24), segundo dia do curso, a temática abordada pelas palestrantes, a professora Dra. Daniela Portugal, Mestra pela UFBA, advogada criminalista e professora de Direito Penal da UFBA e a professora Thais Bandeira Oliveira Passos, advogada criminalista, Doutora e Mestre em Direito Público pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), teve como foco o contexto jurídico sobre a democratização de gênero, levando os participantes a uma reflexão dos espaços que as mulheres precisam ocupar garantindo o que é de direito e as garantias adquiridas.
A Comissão de Defesa e dos Direitos da Mulher OAB buscou levar a discursão para a prática de quem atua na área da advocacia, estudantes e pessoas da área de combate à violência contra a mulher.
De acordo a presidente da Comissão da Mulher OAB Guanambi, Aline Ladeia, é precisamos falar sobre à violência contra a mulher para romper com essa lógica de opressão que submete a mulher colocando-a em lugares de inferioridade. Portanto, “é preciso precisamos tratar de fato sobre os direitos da mulher e falar mais sobre isso para outras mulheres, tomando consciência e buscando ações que combatam a violência, ou outros tipos de situações que nos impedem de viver plenamente”, afirma.
Edição: Neide Lu (MTBE 6466), Portal Fala Você Notícias.