Dr. Alcir Rocha, advogado, professor diretor da UESPI, fala sobre os negros ainda lutam por direitos básicos, 33 anos após Constituição.
No Fala Você Notícias de hoje, o tema é velho mais é recorrente, o preconceito que leva a negligência da sociedade a oferecer o que é básico para a vida dos negros. Dr. Alcir faz pontuações necessárias para que cada um vire a chave da mudança.
Dr. Alcir aborda a Lei 12.288/2010 que tem como proposta promover igualdade entre raças no Brasil, que é voltada para a cor da pele, que poderia ser os negros e os índios que deveriam gozar de políticas públicas com inclusão da vida dessas pessoas no dia a dia da sociedade.
Sobre os direitos dos afrodescendentes, ele se remete ao período de escravidão que envolveu negros e índios que foram lançados na sociedade sem nenhum tipo de recurso e analfabetos, gerando as periferias e permanece na sociedade até hoje. “É necessário políticas públicas afirmativas”, pontua.
Questionado sobre uma nota de 5 a 10 para as instituições que cuidam das políticas públicas para os negros, Dr. Alcir disse que daria uma nota 8 para todas as instituições que estão empenhadas em promover essa igualdade, “mas enquanto a sociedade não compreender essa herança e esse período tenebroso, não vamos conseguir enfrentá-lo”, chama a atenção para o problema, o advogado.
Pra resolver o problema de desigualdade, Dr. Alcir disse que só a educação pode fazer isto e apresenta várias discriminações sofridas.
De acordo Dr. Alcir, a Constituição Brasileira determina que os direitos são iguais para não negros e negros.
As secretarias que atuam sobre os direitos dos negros segundo Alcir, é a de promoção e igualdade racial, que atua nas comunidades quilombolas e até indígenas. Dê um clique na entrevista e veja o que diz a Lei de Igualdade Racial e demais que tratam sobre a mesma questão.
Assista o vídeo da entrevista
Edição: Neide Lu (MTBE 06466) / Portal Fala Você Notícias