É fato que durante as eleições têm surgido as mais diversas propagandas. Nas últimas eleições, o fenômeno das fake news ou notícias falsas também tem gerado desinformação e até pânico. É sobre isso que o Alcir Rocha falou na última terça-feira (3).
Na oportunidade, Rocha disse que “vamos pensar que a nossa Constituição trabalha com a ideia de participação popular maciça no processo eleitoral e a propaganda é a alma do negócio. Então, eu preciso da propaganda para que as pessoas conheçam os personagem que são candidatos ao cargo eletivo. Uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral vai descrever o tipo de propaganda na forma escrita e também na forma virtual.”
Alcir também disse que a propaganda eleitoral é a forma que o candidato tem para mostrar a sua proposta de governo e as suas ideias, caso seja eleito. “Saber qual é o viés do candidato, saber se ele é conservador, se ele é de esquerda, se ele é do centrão. Então, nós precisamos pensar assim: pra que serve a propaganda eleitoral? Eu sei que muita gente, quando começa a propaganda eleitoral, no rádio ou na TV, vai lá e desliga. Mas, aí, você não vai conhecer quem são os candidatos e nem quais são as propostas dos candidatos.”
Nem só de propaganda positiva vive um candidato, certo? Errado. Alcir explica que também há a propaganda negativa que, segundo ele, é aquela que o adversário colhe todas as informações negativas do opositor e lança de forma a “desmoralizar” o seu opoente. Como exemplo, Alcir citou as eleições de 2018. “Naquela eleição, nós não ouvimos os candidatos falar em proposta. Só se falava de contra”.
Rocha completa que, naquele pleito, a população não ouviu dos candidatos propostas para saúde, educação, segurança. “Até nos debates perdia-se tempo onde um falava mal do outro.” Ouça a entrevista na íntegra ou clique aqui para ver a live a partir dos 28 minutos.
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Por Neide Lu (MTBE 6466), Portal Fala Você Notícias