A Promotora de justiça da 1ª Promotoria de Justiça de Guanambi, Drª Tatyane Caires de Mansine Castro, esclareceu em coletiva com a imprensa, na tarde desta quinta (25), que não é culpa da promotoria, nem da ação que foi impetrada contra o município, a falta de atendimentos básicos à saúde de Guanambi.
A prefeitura pode fazer contratos precários de profissionais da saúde que não estejam especificados dentro das atividades da ação judicial. São elas: áreas de tradutor e intérprete da Língua brasileira de sinais (LIBRAS), psicólogo, técnico em laboratório, técnico em radiologia, enfermeiro, fisioterapeuta, motorista, odontólogo, fiscal sanitário, assistente administrativo, técnico em enfermagem, professor de educação física, auxiliar de serviços gerais, agente de combate a endemias (sendo estes liberados por serem preenchidos todas as vagas mais a lista de espera) e agente de trânsito.
Drª. Tatyane Mansine, diz que “o que se pleiteia aqui são que os cargos sejam preenchidos por méritos e não por politicagem ou apadrinhamento”.
A Promotora rebate “que não é culpa da promotoria a não contratação precária (que são os contratos para atender a excepcional necessidade do município), por parte da Prefeitura em serviços emergenciais”. Escute os esclarecimentos feitos pela promotora na entrevista coletiva com a imprensa:
A assessoria do prefeito Jairo Magalhães foi procurada para falar sobre o assunto e disse que “a Prefeitura de Guanambi entrou com outros recursos nas instâncias superiores para derrubar a decisão monocrática da Desembargadora do TJ. A gestão está sim, impedida de contratar, por decisão judicial, os cargos elencados na ação, incorrendo em multa diária, inclusive. A gestão discorda da interpretação do MP, e por isso, está buscando dentro das vias legais, reverter a decisão. Neide Lu / Portal Fala Voce