Jornalista Neide Lu fala sobre a sua trajetória profissional no bate-papo “De Frente com o Pastor”, com Hélio Souza

24 de agosto de 2023

A Jornalista e Radialista Neide Lu, nesta terça-feira (22), participou de um bate-papo do programa “De Frente com o Pastor”, com Hélio Souza. Nesta entrevista, a jornalista revelou curiosidades sobre a sua vida pessoal e também profissional.

A Jornalista Neide Lu nasceu em Frei Miguelinho, município de Pernambuco. Ela nasceu na fazenda do seu avô e se orgulha das suas origens. Depois de um tempo, ela e seus irmãos foram estudar na cidade de Surubim (PE), por se tratar de uma cidade mais desenvolvida e próxima a fazenda que morava.

Sua chegada em Guanambi

Veio para Guanambi por meio do seu pai. Ele era caminhoneiro e também comprador de bois e cavalos. Ao realizar compras de bois em Guanambi, ele acabou se apaixonando muito pela cidade e, em 1983, resolveu mudar-se para cá com toda a sua família.

Neide chegou em Guanambi ainda na adolescência. Terminou os seus estudos em Guanambi e a cada dia foi se apaixonando pela cidade. Após um tempo, seu pai retornou para Pernambuco, ao separar da sua mãe, mas ela com a sua mãe e irmãos continuaram morando em Guanambi.

O sentido da audiência para Neide Lu

Neide Lu revela que o fato dela atingir várias pessoas, de diferentes idades, diz muito sobre o quanto ela está vivendo todas as estações da vida. Além disto, mostra o quanto o propósito da comunicação está sendo cumprido, por meio da sua audiência, que é o de chegar a várias pessoas, de diferentes idades.

Sua trajetória no universo do rádio

Ao contar sobre a sua trajetória no rádio, relata que, por volta dos seus 3 a 4 anos, tinha a curiosidade de saber quem estava do outro lado. Mas que, ao mesmo tempo, naquela época, não teve a oportunidade de conhecer o estúdio de uma rádio. Aos 18 anos, trabalhou com Juarez do Zebrão e logo após foi convidada para trabalhar como secretária na Rádio Cultura de Guanambi. Trabalhando lá, foi convidada para fazer uma participação em um programa que acontecia aos sábados com Celito Brito: “E aí eu fui, estranhei a minha voz, que eu não me escutava”, disse. Após alguns meses, surgiu a oportunidade para ela trabalhar na rádio 96 FM. Lá, estavam realizando testes para locutoras e, depois de ter feito, ela foi chamada para trabalhar.

Na época em que foi chamada para trabalhar no Rádio Cultura, o seu sotaque era muito forte, pois, tinha apenas 4 anos que ela havia chegado na cidade. Por naquela época cobrarem a mudança de sotaque, ela conta que foi um pouco difícil pra ela passar por este processo de mudança de sotaque. Mas que, com o tempo, ela conseguiu vencer este obstáculo. No rádio, ela começou a se aperfeiçoar e passou a ser apresentadora de programa musical por muitos anos. Um certo dia, Neide Lu percebeu que trabalhar apenas com musical e anunciar de vez em quando informação no intervalo era muito pouco. Para a jornalista, comunicação tem um propósito maior, e foi com este desejo que a levou para o Jornalismo.

Sua opinião sobre as fake news e o comportamento desenfreado de imagens de vítimas fatais

Durante a entrevista, a Jornalista Neide Lu foi questionada por uma telespectadora sobre como era para ela lidar com o movimento das Fake News. Em resposta, Neide Lu disse que se trata de algo exaustivo e que é algo que assola a humanidade. Ela alerta as pessoas a checarem as notícias e seus conteúdos em veículos de comunicação confiáveis, e para que as pessoas não repassem as notícias antes de checarem a sua veracidade.

Como é muito comum hoje em dia, compartilhar imagens factuais de acidentes ou outros tipos de notícias policiais envolvendo mortes fatais, a Jornalista Neide Lu alertou que este tipo de prática é antiética e que pode levar a processo. Isso porque a disseminação de imagem de uma pessoa que já faleceu pode afetar o emocional de familiares e a integridade psicológica de muitas pessoas que estão recebendo aquele tipo de conteúdo.

Neide Lu, em entrevista, também falou sobre projetos futuros; maior desafio do Jornalismo contemporâneo, notícia mais difícil que ela teve que dar, e também sobre a violência contra a mulher em Guanambi; luta do Movimento Do Luto à Luta e sobre as conquistas do movimento.

Confira ao bate-papo com o pastor Hélio no link abaixo:

Edição: Dani Rodrigues (MTBE 6757) e Neide Lu (MTBE 6466), Portal Fala Você Notícias

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